quarta-feira, 15 de junho de 2011

Maquete











                             

Museu Oi Futuro

O museu Oi Futuro emprega, de forma criativa e solidária, as tecnologias da comunicação e da informação como ferramenta para acelerar o desenvolvimento humano.Possui ações de democratização do conhecimento e da comunicação através de iniciativas que apresentam o capital humano como resposta às desigualdades sociais no Brasil.
O Espaço abriga o Museu das Telecomunicações, o Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna , uma galeria de arte e um espaço que oferece ao público um ponto de encontro e troca de experiências em torno da arte e da tecnologia. As mais diversas expressões artísticas convivem em permanente interface com as novas mídias, presentes na programação dos espetáculos, performances, exposições e debates.
Espaço da memória, da experimentação e da contemporaneidade, o Museu das Telecomunicações incorpora as mais avançadas tecnologias e tendências museográficas para contar a aventura da comunicação humana. Documentos, objetos históricos e mais de 120 vídeos, produzidos em parceria com cerca de 90 instituições do Brasil e do exterior, conduzem o visitante a uma empolgante viagem virtual em um único ambiente.
 
 
 

sábado, 23 de abril de 2011

Antes da visita..

INHOTIM

Inhotim caracteriza-se por oferecer um grande conjunto de obras de arte, expostas a céu aberto ou em galerias temporárias e permanentes, situadas em um Jardim Botânico, de rara beleza. O paisagismo teve a influência inicial de Roberto Burle Marx (1909-1994) e em toda a área são encontradas espécies vegetais raras, dispostas de forma estética, em terreno que conta com cinco lagos e reserva de mata preservada.
O acervo artístico abriga mais de 500 obras de artistas de renome nacional e internacional, como Adriana Varejão, Helio Oiticica, Cildo Meireles, Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Janet Cardiff, entre outros. O Inhotim se diferencia de outros museus por oferecer ao artista condições para a realização de obras que apenas em seu parque poderiam ser construídas.


CILDO MEIRELES

O surgimento de Cildo Meireles, como um dos mais significativos artistas brasileiros de sua geração, coincide com o fechamento político provocado pela promulgação do AI-5, em 1968, e o conseqüente desenvolvimento de propostas mais conceituais.
Nestes anos de censura, medo, e silêncio, Cildo Meireles destacou-se por uma série de propostas política e socialmente críticas. Costumava gravar em seus trabalhos deste período a frase: “a reprodução dessa peça é livre e aberta a toda e qualquer pessoa”, ressaltando a problemática do direito privado, do mercado e da elitização da arte.
Já no final da década de 1970, passa a explorar através de seus trabalhos, a capacidade sensorial do público (gustativa, térmica, oral, sonora) como chave da fruição estética, e em detrimento da predominância visual das artes plásticas. Emprega cada vez mais, mas sempre em função de uma idéia, materiais precários, efêmeros, de uso cotidiano e popular.
Particularmente na década de 80, Cildo Meireles não aderiu a proposta de revitalização da pintura, como grande número de artistas da geração 80 a fizeram. Ele seguiu com sua produção conceitual de múltiplas linguagens e suportes empregados.
Vale dizer, que a intensa produção de Cildo Meireles, ainda em andamento, ampliou seu campo criativo ao inserir instalação, objeto e tecnologia. Além disso, ele reafirmou seu compromisso com o público e não com o mercado de arte. Seu trabalho simboliza o máximo grau atingido pela relação aberta entre linguagem e interação.



Panorêmica do local da intervenção